28.5.10

Ontem à noite, entre muito cansaço e muitos devaneios, nem sei porquê, veio-me à lembrança a série juvenil 'Turborangers', que se não estou em erro, foi a primeira do género a passar cá em Portugal. Era japonesa e adorável. Teve 51 episódios e um filme.

Como é evidente, hoje podemo-nos rir especialmente dos efeitos especiais, mas na altura era do melhor! Entretanto as coisas comercializaram-se e tornaram-se demasiado banais... Não tenho a certeza, mas acho que nós tivemos a versão francesa... Pelo menos no genérico eu lembro-me da música ser em francês... Fica aqui o link com a letra e a música.

 

Revi alguns vídeos e deixo-vos aqui dois. Mas basta procurar no Youtube, que se encontram muitos.

 

 

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 19:15  opina à-vontade

26.5.10

Hoje ainda nem sequer tinha começado o meu giro e já ouvia um comentário em tom jocoso de um fulano de fato e gravata para o outro fulano que o acompanhava: 'olha, ali vai uma entregadora de papel'.

 

Será que somos apenas isso mesmo? Comparam-nos às pessoas que distribuem publicidade e enchem o nosso receptáculo (vulgo caixa do correio) de papelada por vezes desinteressante?

link do postescrito por anid, às 16:08  opina à-vontade

25.5.10

Além de estarmos sujeitos a apanhar com todo o tipo de intempéries, seja um sol abrasador ou um dilúvio como parece acontecer estes dias, ainda levamos com um menu do almoço em cima... Literalmente!

 

Foi o que me aconteceu hoje ao sair de um restaurante. A grande ementa de madeira levou com uma rajada de vento no preciso momento em que eu ia a passar. Ainda me consegui afastar, mas não foi suficiente. A quina apanhou-me o braço mesmo em cheio!!! 

link do postescrito por anid, às 17:49  opina à-vontade

16.5.10

Sem rodeios, é um dos filmes mais cativantes, mais ternurentos e mais tristes de se ver...

 

Talvez o problema seja meu, mas quando se trata de crianças afastadas dos pais pelas circunstâncias da vida fico - passo a expressão - uma manteiga derretida, tal como me aconteceu há uns anos largos quando vi 'Império do Sol', com um pequeno Christian Bale no papel principal, do realizador Steven Spielberg.

 

Hoje, vi 'August Rush', com Jonathan Rhys Meyers, Keri Russel e Freddie Highmore ('A Fábrica de Chocoloate') como o pequeno 'August Rush' e simplesmente adorei. Se fizer um top ten dos filmes que vi este ano, com certeza este ficará no cimo da lista.

 

Sinopse: Um carismático jovem guitarrista irlandês (Jonathan Rhys-Meyers) e uma deslumbrante jovem violoncelista (Keri Russell) conhecem-se uma noite em Nova Iorque e apaixonam-se profundamente. Separados pelo destino, para trás fica um filho tornado órfão pela força das circunstâncias. Anos mais tarde, a criança (Freddie Highmore), com dotes notáveis para a música, apelidada de August Rush, toca nas ruas de Nova Iorque protegida por um misterioso estranho (Robin Williams). Através da música, August Rush tudo fará para encontrar os pais de quem foi separado à nascença.

 

link do postescrito por anid, às 20:59  cusquices (1) opina à-vontade

15.5.10

 

link do postescrito por anid, às 20:06  opina à-vontade

13.5.10

Antes de mais, este post não visa atingir nenhuma susceptibilidade religiosa. Por isso, vamos lá a isto.

 

A visita do Papa tem sido a notícia da nossa comunicação social (acho que ontem o Sócrates cansou-se de ser a segunda figura e lançou algumas mudanças financeiras) e como tal os nossos problemas praticamente desapareceram. E a propósito deste assunto mesmo, não se entende como temos um país em tão mau estado e proclama-se tolerância de ponto para a Função Pública. Escolas e centros de saúde fecharam e sei lá mais o quê (falo disto porque passei por uns e claro está estavam fechados). Agora, a questão que se coloca: as pessoas deixam de precisar do médico ou os alunos deixam de precisar de estar nas aulas porque o Papa vem cá? É que tive colegas que tiveram que faltar ao trabalho, porque não tinham onde deixar os filhos...

 

Outra coisa que reparei é que - isto é de conhecimento público - apesar de estarmos num país laico, somos muito religiosos, seja, muito católicos e devotos a uma figura, que não passa de um ser humano. Hoje, durante o meu giro, sempre que havia uma janela ou porta aberta ou entrava em cafés ou restaurantes lá estava a televisão ou a rádio ligada com a transmissão da cerimónia papal. Nem a esquadra da polícia onde entrego correio se salvava...

 

 

link do postescrito por anid, às 16:36  opina à-vontade

9.5.10

Regressei aos Correios esta semana, desta feita na minha cidade.

Deixei a formação na loja, que me começava a sufocar. Nao fui feita para estar mais de oito horas enfiada numa loja - ainda que já o tenha feito e se não aparecesse mais nada, que remédio era - e como tal aproveitei logo a oportunidade.

 

Ainda mantenho a formaçao em Felgueiras, que termina esta semana. É tão bom chegar à noite, à cama, e deitar-me cansada, sabendo que estou a fazer alguma coisa por mim e pelo meu maridão.

link do postescrito por anid, às 21:46  opina à-vontade

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